Cirurgia Geral e Digestiva em Curitiba | Dr. Leonardo Sato
Cirurgia minimamente invasiva

Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo

Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos, com avaliação criteriosa, planejamento individualizado e acompanhamento pós-operatório orientado. As técnicas videolaparoscópicas permitem menor agressão tecidual em casos selecionados.

Videolaparoscopia Planejamento individualizado Acompanhamento médico
CRM-PR 28485 RQE 18698 · RQE 22037

Cirurgia minimamente invasiva

A videolaparoscopia utiliza pequenas incisões e uma câmera para permitir visualização ampliada da área operada. Em casos selecionados, pode oferecer menor agressão tecidual quando comparada a abordagens abertas. Os resultados variam conforme o procedimento, o paciente e a estrutura.

Como funciona

  • Menores incisões
  • Visão ampliada
  • Planejamento preciso
  • Recuperação acompanhada
  • Possibilidade de menor agressão tecidual quando comparada a abordagens abertas, conforme o caso

Cuidados

Não prometer alta rápida, ausência de dor ou retorno imediato às atividades. A recuperação varia para cada paciente e depende do procedimento, do quadro clínico e da estrutura.

Colecistectomia Videolaparoscópica

Retirada da vesícula biliar por meio de portais laparoscópicos, sob visualização ampliada em alta definição.

Indicações

Condições tratadas

  • Colelitíase
  • Cálculos na vesícula
  • Colecistite aguda
  • Pólipos de vesícula biliar selecionados
Como é realizada

Técnica

Retirada da vesícula biliar por meio de portais laparoscópicos, sob visualização ampliada em alta definição.

Antes e depois

Avaliação e acompanhamento

Avaliação pré-operatória e acompanhamento pós-operatório são individualizados. Prazos de recuperação variam para cada paciente.

Tratamento da DRGE e Hernioplastia Hiatual

Correção da abertura diafragmática e confecção de mecanismo antirrefluxo por videolaparoscopia.

Indicação

Quando é considerado

Doença do Refluxo Gastroesofágico grave e hérnia de hiato em pacientes selecionados, após avaliação clínica e exames.

Técnica

Como é realizada

Correção da abertura diafragmática e confecção de mecanismo antirrefluxo por videolaparoscopia.

Entenda

Conceitos-chave

  • O hiato é a abertura do diafragma por onde o esôfago passa para o abdome
  • Na hérnia de hiato, parte do estômago migra para o tórax por essa abertura
  • A fundoplicatura visa criar um mecanismo antirrefluxo ao redor do esôfago
  • A indicação depende de avaliação clínica, exames e resposta ao tratamento clínico

Todo paciente com refluxo não precisa de cirurgia — a decisão é individualizada.

Hernioplastias da Parede Abdominal

Correção de hérnias com técnicas e materiais definidos conforme o tipo, tamanho e características do paciente.

Tipos

Hérnias tratadas

  • Inguinal
  • Umbilical
  • Epigástrica
  • Incisional
Técnicas

Abordagens

  • TAPP
  • TEP
  • Outras abordagens definidas conforme o caso
  • Reconstrução da parede abdominal
  • Utilização de telas cirúrgicas quando indicada

Planejamento

A técnica e o material dependem do tipo, tamanho e localização da hérnia, além das características clínicas do paciente. A definição é feita em avaliação médica.

Comparação dos procedimentos

Visão geral dos principais procedimentos cirúrgicos abordados nesta página.

ProcedimentoRegiãoObjetivo
Colecistectomia Vesícula biliar Tratar doenças da vesícula
Fundoplicatura e hernioplastia hiatal Junção entre esôfago e estômago Controlar refluxo e corrigir hérnia
Hernioplastia abdominal Parede abdominal Corrigir defeitos e reforçar a parede
Procedimento:Colecistectomia
Região:Vesícula biliar
Objetivo:Tratar doenças da vesícula
Procedimento:Fundoplicatura e hernioplastia hiatal
Região:Junção entre esôfago e estômago
Objetivo:Controlar refluxo e corrigir hérnia
Procedimento:Hernioplastia abdominal
Região:Parede abdominal
Objetivo:Corrigir defeitos e reforçar a parede

Etapas do cuidado cirúrgico

Como o cuidado é conduzido da avaliação ao pós-operatório.

1

Consulta e avaliação

Anamnese, exame físico e revisão de histórico clínico.

2

Análise de exames

Avaliação de exames laboratoriais e de imagem.

3

Definição da técnica

Escolha da abordagem conforme indicação e características do paciente.

4

Procedimento

Realização em ambiente hospitalar adequado.

5

Acompanhamento pós-operatório

Seguimento clínico individualizado.

A cirurgia começa antes do centro cirúrgico

Elementos centrais para uma decisão cirúrgica bem conduzida.

Histórico clínico

Entender sintomas, comorbidades e expectativas do paciente.

Riscos e benefícios

Avaliar riscos, benefícios e alternativas terapêuticas.

Esclarecimento

Esclarecer todas as dúvidas antes do procedimento.

Pós-operatório

Planejar cuidados pós-operatórios e retorno às atividades.

O que orienta a prática

Bases profissionais e humanas que conduzem o atendimento.

Atuação

Cirurgia geral e endoscopia digestiva

Atuação integrada em cirurgia e endoscopia digestiva, com indicação individualizada.

Formação

Mestrado e especialização

Mestrado em Clínica Cirúrgica (UFPR) e especialização em Endoscopia Digestiva (JICA / Universidade de Kyushu).

Atualização

Técnica e científica

Acompanhamento de técnicas cirúrgicas atuais e participação em sociedades médicas.

Atendimento

Humanizado e claro

Comunicação objetiva, escuta ativa e cuidado centrado nas necessidades do paciente.

Perguntas frequentes

Respostas objetivas para ajudar você a entender melhor os procedimentos.

Não necessariamente. A indicação depende de sintomas, características dos cálculos, exames e avaliação médica.
A cirurgia aberta utiliza incisões maiores; a videolaparoscopia utiliza pequenas incisões e câmera, em casos selecionados.
Não. A cirurgia é considerada em casos selecionados, geralmente quando há resposta insuficiente ao tratamento clínico ou complicações.
É um procedimento que visa criar um mecanismo antirrefluxo ao redor do esôfago, geralmente por videolaparoscopia.
A tela é utilizada em alguns casos para reforçar a parede abdominal. A indicação depende do tipo, tamanho e características da hérnia.
O tempo de recuperação varia conforme o procedimento, o paciente e a evolução pós-operatória. Não há prazo universal.
A necessidade de exames varia conforme o procedimento, o histórico e o quadro clínico. A definição é individualizada.

Planejamento cirúrgico com orientação clara

Agende uma avaliação para entender as possibilidades de tratamento, os cuidados necessários e a estratégia mais adequada para o seu caso.

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